Falar com um Consultor

Tenho a ideia, mas não sei se é viável.

Transformamos sua ideia em um projeto estruturado com números, cenários e limites claros para você decidir com segurança se vale seguir, ajustar ou adiar.

Ter uma boa ideia empolga, mas também dá medo. Abrir uma nova loja, lançar um e-commerce, criar marca própria ou expandir para outra cidade parece fazer sentido, mas a dúvida insiste: “será que isso se paga ou é só entusiasmo do momento?” Quando essa insegurança é ignorada, costuma sair cara.

Por que essa dúvida aparece

Muitas vezes o que falta é organização das informações. A ideia até tem potencial, mas não existe um desenho claro do modelo de negócio, dos canais de venda, do nível de investimento, da estrutura de custos, do preço necessário para atingir a margem desejada e do prazo para retorno. Tudo fica espalhado em planilhas soltas, anotações de caderno e conversas de corredor.

Outro ponto é que o varejo é cheio de armadilhas. Um ponto comercial parece ótimo, mas o fluxo real não fecha.

O ticket médio estimado não resiste quando colocamos impostos, custos variáveis e comissões na conta.

A previsão de vendas é otimista demais para a capacidade de estoque e capital de giro. Sem um plano estruturado, a decisão de abrir ou não um negócio vira uma aposta de alto risco.

O que precisa acontecer antes de investir

A dúvida de viabilidade quase sempre aparece porque falta organização das informações. A ideia tem potencial, mas não existe um desenho claro do modelo, dos canais, do investimento, da estrutura de custos e do prazo de retorno.

Necessidade real

Movimento necessário

Sair da dúvida (“será que se paga?”)

Traduzir a ideia em números, metas e prazos (plano de negócios)

Parar de decidir no escuro

Mapear mercado, demanda e ponto de equilíbrio

Evitar otimismo perigoso

Construir cenários: ideal, conservador e de pressão

Proteger o caixa

Calcular capital de giro e tempo até a operação “ficar de pé”

Ter critério de decisão

Definir limites: risco aceitável, teto de investimento e gatilhos de ajuste

No varejo, “vai dar certo” não é plano. É torcida.

Como a 360 Varejo pode ajudar na prática

O papel da 360 Varejo é transformar a sua ideia em um projeto estruturado, com começo, meio e fim, para que você tenha condições reais de decidir com segurança se vale seguir em frente.

1. Entendimento do cenário

Mapeamos a causa da dúvida (não o sintoma)
Começamos pela escuta: o que você quer construir, em que mercado quer atuar, quanto capital está disponível e qual é o apetite de risco dos sócios. A partir daí, organizamos as informações que normalmente estão espalhadas (planilhas soltas, caderno, conversas) e transformamos isso em um desenho claro do negócio.

As causas mais comuns da insegurança:

  • Modelo de negócio ainda não desenhado (canais, operação, proposta).
  • Estrutura de custos, preço e margem sem clareza.
  • Projeções otimistas sem teste de resistência
  • Capital de giro subestimado (o caixa não aguenta a fase inicial).
  • Ponto comercial “parece ótimo”, mas o fluxo real não fecha.

Diagnóstico claro, decisão segura: menos achismo, mais previsibilidade.

Qual é o próximo passo

Se essa pergunta já apareceu na sua cabeça, o pior caminho é empurrar até virar crise. E o segundo pior é acelerar a troca sem preparar terreno. O melhor caminho é conduzir a sucessão como um projeto: diagnóstico, plano, etapas e acompanhamento.

Quando isso é bem construído, o fundador ganha tranquilidade, a nova geração ganha espaço e o negócio ganha velocidade de crescimento com longevidade.

Parceiros e Clientes

Quem faz a transformação acontecer

A 360 Varejo reúne 10 anos de consultoria dedicada a empresas do setor varejista somados a +20 anos de experiência executiva em grandes redes. Nossa essência é levar clareza, método e execução a quem precisa crescer, organizar ou recuperar o negócio. Sempre com acompanhamento próximo até o resultado aparecer.

Fundador e Diretor de Gestão Comercial. Executivo com +20 anos no varejo de moda, com passagens por Lojas Riachuelo, Lojas Marisa, Walmart, Kallan, Shoestock e Valdac (Siberian). Liderou Compras, Planejamento, Qualidade e Supply Chain em operações de médio e grande porte. Na 360 Varejo, dirige frentes de planejamento de compras e vendas, gestão de margem, governança de estoques, expansão e reestruturação com foco em previsibilidade de caixa.

Luiz Claudio Dias de Melo

Fundador e
Diretor de Gestão Comercial

Carreira em operações, supermercados e lojas de departamento, com histórico em padronização operacional, produtividade de lojas e transformação de empresas familiares. Psicologia (USP), Pós-graduação em Gestão (FGV) e MBA (FIA). Na 360 Varejo, lidera rotinas, processos e indicadores, alinhando time, operação e resultado.

Renato Avó

Sócio e Diretor de Operações e Gestão de Pessoas

Quer conduzir a sucessão do seu varejo com método e segurança?

Se você sente que seu negócio está sendo empurrado para uma guerra de preços sem fim, o problema provavelmente não está no mercado, mas na ausência de uma estratégia clara. Com método e visão de varejo, dá para competir de forma mais inteligente, preservar margem e fortalecer a marca ao longo do tempo.

Perguntas frequentes

O que significa “validar viabilidade” no varejo?

Significa traduzir a ideia em números: mercado, ponto de equilíbrio, estrutura de custos, margem, capital de giro e prazo de retorno

Porque falta organização das informações: modelo, investimento, custos, preço, margem e cenários. Sem isso, a decisão vira sensação.

Sim. Inclui estudo de potencial de mercado, desenho do modelo de operação, projeção de vendas, custos, margens, ponto de equilíbrio, capital de giro e investimentos em tecnologia e equipe.

Porque varejo tem armadilhas: ponto “bom” que não fecha, ticket otimista que não resiste a impostos/custos, venda que não cabe no capital de giro. Cenários testam a resistência do negócio.

Ótimo! você evita um investimento que poderia comprometer o futuro. E, muitas vezes, encontramos alternativas: ajustar porte, mudar mix, combinar canais ou escalonar o investimento em etapas.