Quando a empresa continua rodando, mas o jeito de conduzir já não funciona como antes. A pergunta aparece silenciosa e insistente.
No varejo, sucessão não é apenas transferir responsabilidades. É garantir continuidade estratégica, preservar cultura, manter a governança e preparar a próxima geração para conduzir o negócio com segurança e visão de futuro.
Existem sinais que revelam a hora certa, que são:
A falta de clareza gera dúvidas, por isso um plano de transição é importante. Sem ele o futuro torna-se incerto e o negócio fica sem direcionamento. Papeis, responsabilidades, prioridades e metas devem estar alinhadas.
Quando alguém pergunta “é hora de passar o bastão?”, na prática está faltando um desenho de transição respeitoso e objetivo, que proteja a operação e reduza ruído.
Alinhar visão entre gerações
Construir uma visão única de futuro e traduzi-la em prioridades, metas e critérios de decisão
Reduzir a dependência do fundador
Definir papéis, responsabilidades e alçadas de decisão para a liderança atual e a que está chegando
Evitar conflitos e ruídos
Estabelecer regras de governança e combinar como decisões estratégicas serão tomadas e comunicadas
Transformar a sucessão em projeto, não em improviso
Criar um plano de transição em etapas, com marcos, indicadores e uma agenda de acompanhamento
O papel da 360 Varejo, aqui, é tirar a sucessão do improviso e colocar o processo em uma trilha clara, com critérios e método, sem perder o lado humano que esse tema exige.
Ouvimos o fundador, a nova geração e as lideranças-chave para entender expectativas, medos, conflitos e pontos de risco. Muitas vezes o alinhamento é o suficiente para uma gestão com resultados melhores
Dividimos o processo em 3 etapas de estratégia, organização e operacional. Esse planejamento beneficia o negócio e gera mais confiança para quem irá assumir as responsabilidades no futuro.
Quando é necessário aplicamos processos de profissionalização do time para reduzir a dependência do fundador e trabalhar o desenvolvimento do time, de forma organizada e previsível.
Se essa pergunta já apareceu na sua cabeça, o pior caminho é empurrar até virar crise. E o segundo pior é acelerar a troca sem preparar terreno. O melhor caminho é conduzir a sucessão como um projeto: diagnóstico, plano, etapas e acompanhamento.
Quando isso é bem construído, o fundador ganha tranquilidade, a nova geração ganha espaço e o negócio ganha velocidade de crescimento com longevidade.
A 360 Varejo reúne 10 anos de consultoria dedicada a empresas do setor varejista somados a +20 anos de experiência executiva em grandes redes. Nossa essência é levar clareza, método e execução a quem precisa crescer, organizar ou recuperar o negócio. Sempre com acompanhamento próximo até o resultado aparecer.
Fundador e Diretor de Gestão Comercial. Executivo com +20 anos no varejo de moda, com passagens por Lojas Riachuelo, Lojas Marisa, Walmart, Kallan, Shoestock e Valdac (Siberian). Liderou Compras, Planejamento, Qualidade e Supply Chain em operações de médio e grande porte. Na 360 Varejo, dirige frentes de planejamento de compras e vendas, gestão de margem, governança de estoques, expansão e reestruturação com foco em previsibilidade de caixa.
Fundador e
Diretor de Gestão Comercial
Carreira em operações, supermercados e lojas de departamento, com histórico em padronização operacional, produtividade de lojas e transformação de empresas familiares. Psicologia (USP), Pós-graduação em Gestão (FGV) e MBA (FIA). Na 360 Varejo, lidera rotinas, processos e indicadores, alinhando time, operação e resultado.
Sócio e Diretor de Operações e Gestão de Pessoas
Se você sente que seu negócio está sendo empurrado para uma guerra de preços sem fim, o problema provavelmente não está no mercado, mas na ausência de uma estratégia clara. Com método e visão de varejo, dá para competir de forma mais inteligente, preservar margem e fortalecer a marca ao longo do tempo.
Não. Envolve rotina, cultura, poder, dinheiro e identidade, além da necessidade de metodologias para não virar conflito e custo.
Sobrecarga do fundador, choque de visão e falta de governança (papéis/alçadas/rotinas).
Sobrecarga do fundador, choque de visão e falta de governança (papéis/alçadas/rotinas).
Porque é o que define as regras do jogo. Quem decide o quê e como as decisões acontecem, para não transformar a transição em um cenário emocional e improvisado.
Sim! É necessário ter plano por etapas, marcos, indicadores e cadência de acompanhamento.
Profissionalizando processos, desenvolvendo lideranças e criando previsibilidade por indicadores e rotinas.